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COMPARAREste comparativo é diferente dos outros: o Pontomais não está no lugar do Nimbos. Ele registra a jornada; o Nimbos registra o trabalho por projeto — e a conta que interessa é a diferença entre os dois.
A partir de R$ 9,00 por licença/mês, mínimo R$ 90,00 · parametrizável por empresa, proposta e projeto
A página deles é sobre jornada, e é forte nisso: registro simples, offline, PontoREP com QR Code e reconhecimento facial, ponto por WhatsApp, relatório de ocorrências que aponta marcação ímpar e ponto faltante antes do fechamento, assinatura eletrônica do espelho sem certificado A1/A3, e exportação direta para a folha. Declaram conformidade com a Portaria 671 e com a LGPD. Quem já usa não deveria trocar por causa do Nimbos — o Nimbos não é relógio de ponto, e a comparação abaixo existe para mostrar onde um termina e o outro começa.
| Recurso | Pontomais | Nimbos |
|---|---|---|
| Hora extra | A página lista “previsão de extras” na gestão em tempo real, ao lado de banco de horas, frequência e atrasos. A régua é a da jornada, e o destino é a folha. | O Nimbos calcula a hora extra pelas regras da convenção da sua empresa: faixas, adicionais de fim de semana e feriado e adicional noturno, todos configuráveis — os padrões de uma convenção real vêm prontos para ajustar. |
| Banco de horas | Banco de horas aparece na gestão em tempo real. É o banco da JORNADA, que é exatamente o dado que o Nimbos consome do relógio — não o que ele reinventa. | O Nimbos mantém o banco de horas pela convenção coletiva: ciclo configurável, fatores por dia útil e não útil, adicional noturno e tetos de saldo — o saldo vira folga e rola para o ciclo seguinte. |
| Ponto | É o produto deles inteiro, e o melhor da tabela neste ponto: registro simples, offline, PontoREP por QR Code e reconhecimento facial, ponto por WhatsApp, e o espelho assinado eletronicamente. | O Nimbos confere, dia a dia, se o ponto e as horas registradas batem: quem bateu ponto sem registrar horas, quem registrou sem ponto e onde as fontes divergem — sem cobrar feriado, férias nem o dia que ainda não fechou. |
| Margem por contrato | A página não trata de custo por hora nem de margem por contrato — o produto é de jornada e RH, não de projeto. | O Nimbos mostra a margem de cada contrato durante o mês — custo por hora e preço por perfil, negociados contrato a contrato. Ao faturar, carimba o preço e o custo usados: renegociar depois não mexe no mês já faturado. O custo só aparece para quem tem a permissão de ver. |
| Fechamento do mês | O fechamento que a página descreve é o do PONTO: relatório de ocorrências antes do fechamento e exportação direta para os sistemas de folha. | O Nimbos pede aprovação por projeto antes de fechar: qualquer aprovação registrada trava a edição do mês. Fechado, o mês congela a quantidade e a cláusula vigente — renegociar depois não move o mês fechado. Primeiro se define quanto das horas vira cobrança, depois se fecha, só então se fatura — e é ao faturar que o preço e o custo ficam carimbados. |
| Cobrança | A página não lista emissão de nota ao cliente. | O Nimbos calcula o valor e a discriminação da nota a partir do mês fechado. Em Barueri-SP, monta também o arquivo de remessa no layout da prefeitura — o envio continua sendo um passo à parte. |
| Trazer o histórico | A página cita integrações com folha e com sistemas de cadastro (Apdata, RH Digital) e com a Feedz. Trazer o histórico de apontamento por projeto não é assunto dela. | O Nimbos conecta pela API e traz o histórico mês a mês, criando projetos e pessoas que faltarem. Sincronizar o mesmo mês de novo não cria cópias — o Nimbos espelha a origem, e horas já faturadas, aprovadas ou apuradas são preservadas e reportadas. |
| Onde ficam os dados | A página declara alinhamento às diretrizes da LGPD e 99,8% de disponibilidade. Em que região os dados ficam, ela não diz. | O Nimbos hospeda os dados no Brasil, cada empresa isolada da outra no banco, e cada pessoa vê só o que lhe cabe. |
| Preço | Não publicado. A página pede “Solicitar proposta”, com faixas de número de funcionários. | A partir de R$ 9,00 por licença/mês, com fatura mínima de R$ 90,00; sem compromisso, R$ 20,00 por licença/mês, cancelável a qualquer momento. Todos os módulos entram no preço. |
O Pontomais da VR não publica preço: a página pede uma proposta, escolhendo a faixa de funcionários (pontomais.com.br, setembro de 2026). O Nimbos custa a partir de R$ 9,00 por licença/mês, com fatura mínima de R$ 90,00, e o valor está publicado.
O preço é por assento, não por login: conta toda pessoa cujas horas existem no Nimbos, inclusive quem nunca entra no sistema. Se alguém importa as horas de outras dez, são onze assentos — o de quem importa e o das dez importadas.
Não há valor do outro lado porque o fornecedor não publica nenhum. O que está descrito aqui é o que a página deles diz sobre o produto, lida em setembro de 2026.
Aqui não se trata de migrar, e sim de CONCILIAR. O Nimbos lê o que o relógio marcou e confere, dia a dia, contra o que foi apontado por projeto: quem bateu ponto e não apontou, quem apontou sem ponto, e onde as duas fontes divergem — sem cobrar feriado, férias nem o dia que ainda não fechou.
A matriz do mercado compara seis ferramentas na mesma tabela, com a fonte oficial de cada uma.
Fale no WhatsApp. Se você já tem um sistema de ponto, conte qual — a conversa é sobre conciliar, não sobre trocar.
Canal comercial. Se a sua empresa já usa o Nimbos, o suporte é com o administrador dela.