← Comparar com todas as ferramentas
COMPARARA planilha não cobra licença. Ela cobra as horas de quem a monta, confere e corrige todo mês — e é essa conta que o Nimbos substitui.
A partir de R$ 9,00 por licença/mês, mínimo R$ 90,00 · parametrizável por empresa, proposta e projeto
Ela é grátis, já está instalada, todo mundo sabe usar e aceita qualquer formato que você inventar hoje à tarde. Para uma equipe pequena, num mês simples, ela resolve — e trocar planilha por sistema cedo demais é pagar para perder flexibilidade. O que esta página compara é o que acontece quando o mês deixa de ser simples: convenção coletiva, banco de horas, margem por contrato e uma nota que precisa bater com o que foi aprovado.
| Recurso | Planilha | Nimbos |
|---|---|---|
| Hora extra | Calcula o que a fórmula disser. As faixas da convenção, os adicionais de fim de semana e feriado e a janela do adicional noturno precisam ser escritos por alguém — e reescritos quando o sindicato renova a convenção. | O Nimbos calcula a hora extra pelas regras da convenção da sua empresa: faixas, adicionais de fim de semana e feriado e adicional noturno, todos configuráveis — os padrões de uma convenção real vêm prontos para ajustar. |
| Banco de horas | O saldo existe enquanto alguém o mantiver: ciclo, fatores por dia útil e não útil e teto viram colunas, e o que rola para o ciclo seguinte é uma cópia entre abas. | O Nimbos mantém o banco de horas pela convenção coletiva: ciclo configurável, fatores por dia útil e não útil, adicional noturno e tetos de saldo — o saldo vira folga e rola para o ciclo seguinte. |
| Ponto | A conferência entre o relógio e o apontado é uma terceira planilha, feita de PROCV entre duas exportações — e ela envelhece no instante em que alguém corrige uma marcação na origem. | O Nimbos confere, dia a dia, se o ponto e as horas registradas batem: quem bateu ponto sem registrar horas, quem registrou sem ponto e onde as fontes divergem — sem cobrar feriado, férias nem o dia que ainda não fechou. |
| Margem por contrato | Custo por hora e preço por perfil moram em células. Quando a taxa muda, a planilha recalcula o mês inteiro — inclusive o que já foi faturado. É o que faz a margem de março mudar em julho. | O Nimbos mostra a margem de cada contrato durante o mês — custo por hora e preço por perfil, negociados contrato a contrato. Ao faturar, carimba o preço e o custo usados: renegociar depois não mexe no mês já faturado. O custo só aparece para quem tem a permissão de ver. |
| Fechamento do mês | Nada trava. Fechar é combinar de não mexer mais, e o arquivo chamado “final_v3_revisado” existe porque alguém mexeu. | O Nimbos pede aprovação por projeto antes de fechar: qualquer aprovação registrada trava a edição do mês. Fechado, o mês congela a quantidade e a cláusula vigente — renegociar depois não move o mês fechado. Primeiro se define quanto das horas vira cobrança, depois se fecha, só então se fatura — e é ao faturar que o preço e o custo ficam carimbados. |
| Cobrança | A discriminação da nota é digitada de novo, a partir do que a planilha somou — e a digitação é onde o erro entra sem deixar rastro. | O Nimbos calcula o valor e a discriminação da nota a partir do mês fechado. Em Barueri-SP, monta também o arquivo de remessa no layout da prefeitura — o envio continua sendo um passo à parte. |
| Trazer o histórico | Não há API para conectar: o que existe é o arquivo, e ele é exatamente o que o Nimbos lê. | O Nimbos lê o arquivo da sua planilha. Você diz qual coluna é o quê — o mapa fica salvo para a próxima — e, antes de gravar, o Nimbos mostra o que ENTENDEU: o período, o total de horas, quem ele não reconhece e o que vai substituir. A planilha não precisa mudar de formato para caber. |
| Onde ficam os dados | Onde o arquivo estiver: o computador de quem a mantém, o anexo de e-mail, a pasta compartilhada. Não há permissão dentro do arquivo — quem o abre vê tudo o que está nele, inclusive custo. | O Nimbos hospeda os dados no Brasil, cada empresa isolada da outra no banco, e cada pessoa vê só o que lhe cabe. |
| Preço | Não custa licença. Custa as horas de quem a mantém, e essas horas quase nunca aparecem em relatório nenhum. | A partir de R$ 9,00 por licença/mês, com fatura mínima de R$ 90,00; sem compromisso, R$ 20,00 por licença/mês, cancelável a qualquer momento. Todos os módulos entram no preço. |
Esta é a única comparação da página SEM fonte oficial, e o motivo é que não existe uma: planilha não é produto de um fornecedor, não tem página de recursos nem de planos. Por isso a coluna dela não afirma nada sobre software de terceiro — ela descreve o TRABALHO que o caminho exige, sem número que ninguém mediu.
A planilha não cobra licença, e esse ponto é dela. O Nimbos custa a partir de R$ 9,00 por licença/mês, com fatura mínima de R$ 90,00 — e o que ele substitui não é o arquivo, é o trabalho de mantê-lo.
O preço é por assento, não por login: conta toda pessoa cujas horas existem no Nimbos, inclusive quem nunca entra no sistema. Se alguém importa as horas de outras dez, são onze assentos — o de quem importa e o das dez importadas.
Não há número do outro lado porque não há tabela de preços para citar. Quanto a planilha custa na sua empresa é uma conta que só você tem: quantas horas por mês, de quem, e quanto vale a hora dessa pessoa.
Não há API para conectar, e não precisa haver: o Nimbos lê o arquivo. Sobe a planilha, mapeia as colunas uma vez e confere a prévia antes de gravar — o período, o total de horas, quem ele não reconhece e o que vai substituir. O histórico continua contando.
A matriz do mercado compara seis ferramentas na mesma tabela, com a fonte oficial de cada uma.
Fale no WhatsApp. Traga um mês que você já fechou na planilha e compare com o que o Nimbos fecha a partir do mesmo arquivo.
Canal comercial. Se a sua empresa já usa o Nimbos, o suporte é com o administrador dela.